terça-feira, 22 de dezembro de 2009

quero o vento.
Túlio foi tempestade.
Veio com uma força imensa, de repente, e foi destruição.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009


Não há mais dor (:
Vivo a vida mais levemente.


Por isso há tão pouco a ser dito, ando preferindo gastar meu tempo vivendo.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

- Amor não é necessariamente paixão e romance. Também tem a ver com companheirismo e é como um amortecedor para a solidão, creio.
- Isso é importante, ter alguém com quem envelhecer. O que mata a maioria das pessoas são as expectativas irreais.
(Sally/Jack)
Houve tanta coisa a ser dita, mas dessa vez vou preferir o doce sinlêncio.
Guardo para mim essa paixão silenciosa.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Sentado à noite na porta da rua
Eu sou menino
Sentada comigo na porta da rua
Ela é menina
Ah! Deixa pra lá meu amor
Vem comigo e esquece
Este drama ou o que for
Sem sentido
Ama não ama se ama me chama
Que eu vou
Ah! Hoje em dia tudo mudou
Deixa disso
Não guarde pra si o que é meu
Vem comigo
Beijando, voando, abraçando a menina
Eu sou menino
Sentada comigo na porta da rua
Ela é menina

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Seria exagero dizer que já sinto saudades?

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Uma nova história nasce para ser contada.
Eu já fui loucamente apaixonada
Depois eu fui apaixonada.
Depois eu fui.

'Mas é isso.'
Porque eu deveria me importar tanto afinal?
As pessoas são escrotas.

E esse é um problema unicamente meu.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009


Eu me tornei uma pessoa comum.
Eu não sei usar meias-palavras.
Eu sigo as minhas vontades.

Isso tudo me faz uma pessoa pior? Hoje eu aprendi que há sempre dois lados. Não há verdades, não ha certezas, não ha o certo. Há sempre duas versões.
Hoje eu aprendi a respeitar o que os outros acham certo, pois é certo para eles por mais que não seja para mim. O meu certo não é o seu certo. E se for, que grande maravilha.

Eu to só garantindo o hoje.
Amores serão sempre amáveis.

E sim, pareço viver no passado. Mas eu estou só garantindo o hoje. Se pudesse eu ficaria parada em outubro passado. Se duas pessoas tem a mesma vontade, porque então ignorar tudo isso?
Encortar aos 28 parece errado quando poderiamos nos encontrar aos 20.

"Ventos do norte não movem moinhos."

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Há sempre uma certa saudade escondida.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Amores serão sempre amáveis.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

e ela teve uma discursão no fim da noite para melhorar.
depois de tanta confusão em sua cabeça e em seu coração, era tudo o que ela precisava...

sábado, 3 de outubro de 2009

sábado, 26 de setembro de 2009

then I aks myself the same question





sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Ah, esse coração ta quente.
Nem assalto, nem 38h sem dormir me tiram o sorriso.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Eu me tornei uma pessoa comum.
Quanta besteira.

domingo, 20 de setembro de 2009

To cansada das pessoas.

sábado, 19 de setembro de 2009

"Where were you when I was burned and broken
While the days slipped by from my window watching
Where were you when I was hurt and I was helpless
Because the things you say and the things you do surround me

While you were hanging yourself on someone else's words
Dying to believe in what you heard
I was staring straight into the shining sun

Lost in thought and lost in time
While the seeds of life and the seeds of change were planted
Outside the rain fell dark and slow
While I pondered on this dangerous but irresistible pastime
I took a heavenly ride through our silence
I knew the moment had arrived
For killing the past and coming back to life


I took a heavenly ride through our silence
I knew the waiting had begun
And headed straight...into the shining sun"

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Rancor

Eu fiquei por dias procurando a o substantivo certo para definir toda essa amargura: chateação, mágoa, tristeza, melancolia, e, de súbito me veio a definição certa:

Rancor. 1. Ressentimento profundo e reservado decorrente de mágoa que se sofreu sem protesto.

Finalmente a definição exata desse taquicardia, desse nó. Se há a definição exata em um dicionário creio eu, então, que esse deve ser um sentimento ha muito conhecido e sentido. E deve haver uma cura.

Estou a procura da cura, embora já saiba que tudo depende de perdão. Mas como perdoar alguém que pisou e te humilhou quando você mais precisou de ajuda?

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Adeus, amor.
Não quero mais humilhação.

Deixa-me apenas com essa palpitação.
Paris — Toda vez que chego a Paris tenho um ritual particular. Depois de dormir algumas horas, dou uma espanada no rodenirterceiromundista e vou até Notre-Dame. Acendo vela, rezo, fico olhando a catedral imensa no coração do Ocidente. Sempre penso em Joana d’Arc, heroína dos meus remotos 12 anos; no caminho de Santiago de Compostela, do qual Notre-Dame é o ponto de partida — e em minha mãe, professora de História que, entre tantas coisas mais, me ensinou essa paixão pelo mundo e pelo tempo.Sempre acontecem coisas quando vou a Notre-Dame.

Certa vez, encontrei um conhecido de Porto Alegre que não via pelo menos á2o anos. Outra, chegando de uma temporada penosa numa Londres congelada e aterrorizada por bombas do IRA, na época da Guerra do Golfo, tropecei numa greve de fome de curdos no jardim em frente. Na mais bonita dessas vezes, eu estava tristíssimo. Há meses não havia sol, ninguém mandava notícias de lugar algum, o dinheiro estava no fim, pessoas que eu considerava amigas tinham sido cruéis e desonestas. Pior que tudo, rondava um sentimento de desorientação. Aquela liberdade e falta de laços tão totais que tornam-se horríveis, e você pode então ir tanto para Botucatu quanto para Java, Budapeste ou Maputo — nada interessa. Viajante sofre muito: é o preço que se paga por querer ver “como um danado”,feito Pessoa. Eu sentia profunda falta de alguma coisa que não sabia o que era. Sabia só que doía, doía. Sem remédio.Enrolado num capotão da Segunda Guerra, naquela tarde em Notre-Dame rezei, acendi vela, pensei coisas do passado, da fantasia e memória, depois saí a caminhar. Parei numa vitrina cheia de obras do conde Saint-Germain, me perdi pelos bulevares da le dela Cité. Então sentei num banco do Quai de Bourbon, de costas para o Sena, acendi um cigarro e olhei para a casa em frente, no outro lado da rua. Na fachada estragada pelo tempo lia-se numa placa: “II y a toujours quelque choe d’abient qui me tourmente” (Existe sempre alguma coisa ausente que me atormenta) — frase de uma carta escrita por Camilie Claudel a Rodín, em 1886. Daquela casa, dizia aplaca, Camille saíra direto para o hospício, onde permaneceu até a morte. Perdida de amor, de talento e de loucura.Fazia frio, garoava fino sobre o Sena, daquelas garoas tão finas que mal chegam a molhar um cigarro.

Copiei a frase numa agenda. E seja lá o que possa significar “ficar bem” dentro desse desconforto inseparável da condição, naquele momento justo e breve — fiquei bem. Tomei um Calvados, entrei numa galeria para ver os desenhos de Egon Schiele enquanto a frase de Camille assentava aos poucos na cabeça. Que algo sempre nos falta — o que chamamos de Deus, o que chamamos de amor, saúde, dinheiro, esperança ou paz. Sentir sede, faz parte. E atormenta.Como a vida é tecelã imprevisível, e ponto dado aqui vezenquando só vai ser arrematado lá na frente. Três anos depois fui parar em Saint-Nazaire, cidadezinha no estuário do rio Loire, fronteira sul da Bretanha. Lá, escrevi uma novela chamada Bem longe de Marienbad , homenagem mais à canção de Barbara que ao filme de Resnais. Uma tarde saí a caminhar procurando na mente uma epígrafe para o texto. Por “acaso”, fui dar na frente de um centro cultural chamado (oh!) Camille Claudel. Lembrei da agenda antiga, fui remexer papéis. E lá estava aquela frase que eu nem lembrava mais e era, sim, a epígrafe e síntese (quem sabe epitáfio, um dia) não só daquele texto, mas de todos os outros que escrevi até hoje. E do que não escrevi, mas vivi e vivo e viverei.Pego o metrô, vou conferir. Continua lá, a placa na fachada da casa número 1 do Quai de Bourbon, no mesmo lugar. Quando um dia você vier a Paris, procure. E se não vier, para seu próprio bem guarde este recado: alguma coisa sempre faz falta. Guarde sem dor, embora doa, e em segredo.

O Estado de S. Paulo, 3/4/1994

domingo, 13 de setembro de 2009

Para uns ele sai de casa às 2h da manhã, para outros era apenas um "boa sorte".
Cada um tem o apoio que merece.
E no final fica uma mágoa profunda.
As coisas não podem ficar bem.
Pois ficar bem signfica esperança.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Cada um tem a crise existencial que merece.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

De todas as coisas que eu inventei você foi a mais bonita. As vezes tenho uma esperança enorme de que as coisas aconteçam - embora eu saiba que nada vai acontecer. Mas fico na esperança de que algum dia elas sejam diferentes, na esperança de uma conversa qualquer ou de um olhar. Já imaginei todos os diálogos possíveis. Isso não é ridículo? Viver um amor tão completo apenas na imaginação? Acho que no fim eu devo ser mesmo ridícula, sempre me apego a coisas que não existem, ou melhor só existem aqui. E por mais ridículo que seja tudo isso eu ainda tenho esperança, não sei porque. Talvez porque eu saiba que se acontecesse daria certo - daria muito certo. Principalmente pelo fato de que nunca esperei nada de você, nem as coisas que eu inventei geram alguma expectativa sobre você. Tudo o que quis foi apenas uma oportunidade, porque sei que só isso seria suficiente. O fato é que nunca consegui invetar mais do que como tudo começaria, não consegui ir além do inicio da amizade, porque sei que depois disso a gente mesmo se encarrega, porque daria certo - sem nenhuma expectativa. De qualquer forma, mesmo sem saber, você já é parte de mim. E se nada acontecer, espero pelo dia em que apenas direi: - Você é importante para alguém apenas pelo fato de existir. Obrigada.E darei as costas para seguir o meu caminho, tendo certeza de que você não se esquecerá disso.

De todas as coisas que eu inveitei você foi a mais bonita.

domingo, 23 de agosto de 2009

E no final quem se importa?

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Eu vejo que aprendi
O quanto te ensinei
E é nos teus braços que ele vai saber
Não há por que voltar
Não penso em te seguir
Não quero mais a tua insensatez

O que fazes sem pensar aprendeste do olhar
E das palavras que guardei pra ti
Não penso em me vingar
Não sou assim
A tua insegurança era por mim

Não basta o compromisso
Vale mais o coração
Já que não me entendes, não me julgues
Não me tentes
O que sabes fazer agora
Veio tudo de nossas horas
Eu não minto, eu não sou assim
Ninguém sabia e ninguém viu
Que eu estava a teu lado então
Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher
Sou minha mãe e minha filha,
Minha irmã, minha menina
Mas sou minha, só minha e não de quem quiser
Sou Deus, tua deusa,meu amor
Alguma coisa aconteceu
Do ventre nasce um novo coração

Não penso em me vingar
Não sou assim
A tua insegurança era por mim
Não basta o compromisso

Vale mais o coração
Ninguém sabia, ninguém viu
Que eu estava ao teu lado então

Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher
Sou minha mãe e minha filha,
Minha irmã, minha menina
Mas sou minha, só minha e não de quem quiser
Sou Deus, tua deusa, meu amor
Baby, baby, baby, baby

O que fazes por sonhar
É o mundo que virá prá ti e prá mim
Vamos descobrir o mundo juntos baby
Quero aprender com o teu pequeno grande coração
Meu amor, meu Chicão...

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

É preciso ter uma certa fé no futuro.
"Descobri que minha obsessão por cada coisa em seu lugar, cada assunto em seu tempo, cada palavra em seu estilo, não era o prêmio merecido de uma mente em ordem, mas, pelo contrário, todo um sistema de simulação inventado por mim para ocultar a desordem de minha natureza. Descobri que não sou disciplinado por virtude, e sim como reação contra a minha negligência; que pareço generoso para encobrir minha mesquinhez, que me faço passar por prudente quando na verdade sou desconfiado e sempre penso o pior, que sou conciliador para não sucumbir às minhas cóleras reprimidas, que só sou pontual para que ninguém saiba como pouco me importa o tempo alheio. Descobri, enfim, que o amor não é um estado da alma e sim um signo do Zodíaco."

(Gabriel Garcia Marques)

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

E novamente há muita esperança nesse coração! ;D

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Ao gosto de agosto.

'Para atravessar agosto também é necessário reaprender a dormir, dormir muito, com gosto, sem comprimidos, de preferência também sem sonhos. São incontroláveis os sonhos de agosto: se bons, deixam a vontade impossível de morar neles, se maus, fica a suspeita de sinistros augúrios, premonições(...) Para atravessar agosto ter um amor seria importante, mas se você não conseguiu, se a vida não deu, ou ele partiu sem o menor pudor, invente um. Pode ser Natália Lage, Antonio Banderas, Sharon Stone, Robocop, o carteiro, a caixa do banco, o seu dentista. Remoto ou acessível, que você possa pensar nesse amor nas noites de agosto, viajar por ilhas do Pacífico Sul, Grécia, Cancún ou Miami, ao gosto do freguês. Que se possa sonhar, isso é que conta, com mãos dadas, suspiros, juras, projetos, abraços no convés à lua cheia, brilhos na costa ao longe. E beijos, muitos. Bem molhados. Não lembrar dos que se foram, não desejar o que não se tem e talvez nem se terá, não discutir, nem vingar-se, e temperar tudo isso com chás, de preferência ingleses, cristais de gengibre, gotas de codeína, se a barra pesar, vinhos, conhaques - tudo isso ajuda a atravessar agosto. Controlar o excesso de informações para que as desgraças sociais ou pessoais não dêem a impressão de serem maiores do que são. Esquecer o Zaire, a ex-Iugoslávia, passar por cima das páginas policiais. Aprender decoração, jardinagem, ikebana, a arte das bandejas de asas de borboletas - coisas assim são eficientíssimas, pouco me importa ser acusado de alienação. É isso mesmo, evasão, escapismos, explícitos.'

(Caio Fernando Abreu)


Eu inventei meu amor de agosto.
Ao gosto do meu gosto.

Ou pelo menos inventei a situação e todos os passeios.
Sem freios.
Muita coisa fica.
Inclusive uma mágoa profunda.

rip.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

E no final, o que é que fica?

domingo, 28 de junho de 2009


Lutar sempre
Vencer as vezes
Desistir nunca.

sexta-feira, 19 de junho de 2009


Eu era feito a maça pobre do furteiro.

Tinha que ser jogada fora, pra preservar todo o resto.

sábado, 13 de junho de 2009

"Tem dias que a gente se sente um pouco talvez, menos gente. Um dia daqueles sem graça, de chuva cair na vidraça. Um dia qualquer sem pensar, Sentindo o futuro no ar. O ar, carregado sutil, um dia de maio ou abril sem qualquer amigo do lado, sozinho em silêncio, calado com uma pergunta na alma: por que nessa tarde tão calma o tempo parece parado?"

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Pensando bem, talvez eu fosse alguma coisa ruim...

sábado, 16 de maio de 2009

I'm waiting for the rain to wash who I am...

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Eu tenho só 20 anos
(hoje essa frase é válida)

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Eu tenho só 19 anos
(hoje essa frase é válida)

domingo, 3 de maio de 2009

"(...)Porque sempre chega um momento em que até o bom se torna insuportável."

sábado, 25 de abril de 2009

Case Jex Smith

Sábado a noite em casa, computador, musica, tradução, trabalho, chá, pinga, celular e a cabeça cheia de coisa. Achei uma banda (Ayreon) no pc que não escutava há muito. E o interessante é que é uma banda que me marcou muito, te faz recordar toda uma sensação. Poderia jurar hoje que estou ainda em 2007,  morando em Goiânia. Muita coisa se passou e guardo os mesmo velhos hábitos. Hoje eu nem me importaria de ficar a noite toda em casa sozinha. Sempre fui sozinha. Sou uma boa companheira para mim mesma. Tenho tantas cartas para escrever, tantos quadros para pintar, colagens pra fazer, relogios para enfeitar, agendas pra escrever e me basto com ele caneca de chá roubada um bar legal, com pessoas desconhecidas e agradáveis. Sinto falta dos velhos amigos e necessidade de novos. Tenho dificuldade de juntar 12 pessoas numa lista. E uma facilidade enorme para riscar alguns. Hoje, esse chá frio me basta, com minhas pantufas e um site pra ver. Hoje tudo se encaixa, a paixão por fotografia, me levou à paixão por um artista.

Casey Jex Smith combina com Ayreon, combina com hoje.




Para ver as outras obras clique AQUI

quinta-feira, 2 de abril de 2009

"vimos uma margarida e nem sequer era primavera e disseste que margarida era amarelo e branco e eu disse que branco era paz e disseste que amarelo era desespero e dissemos quase juntos que margarida era então desespero cercado de paz por todos os lados"


Estúpido diário,
Toquei o céu azul, a tranquilidade e a segurança da minha pacata cidade por essa vida cinzenta belorizontina - antes tivesse sido só isso - troquei uma vida certa por esse emaranhado de incertezas.
Não poderia dizer que fiz a escolha certa e nem dizer que não deveria tê-la feito, apesar das dúvidas eu estou bem (ao menos irei ficar).
Aqui sempre acho que as coisas vão acontecer, assim vou vivendo um dia após o outro na esperança de que aconteçam (embora já tenha aprendido essa lição: nada vai acontecer). Sempre acho que estou a um passo da fama e a um centímetro da loucura. Vivo numa corda bamba segurando em uma mão uma sombrinha e na outra um monte de dúvidas. Pensar na minha cidade as vezes me acalma, é meu refúgio e um sentimento de que ainda me restam algumas certezas.

A nossa casa é onde o nosso coração está.
Quem dera se somente amor fosse a resposta pra tudo.
Hoje eu coloquei o relógio no pulso errado,
e todas as coisas aconteceram ao contrário.